
A vida da muitas voltas, eu que o diga.
A maior volta que a minha vida deu foi no ano de 2002, onde tudo mudou mesmo. Tive pela primeira vez ao que eu chamo um grupo de amigos, ate então tinha vários amigos e nunca um grupo de amigos. Hoje preciso de um grupo de amigo, coisa que não tenho é que faz-me falta. Inicialmente tinha noção que os grupos de amigos eram para sempre, até que a vida me ensinou que nada nesta vida é para sempre. Hoje sou apologista que os grupos acabam, mas as amizades não.
Desde 2002 que habituei-me a ter muita gente a minha volta, eu nunca parava, o telemóvel estava sempre a tocar o pessoal a convidar para ali ou acolá, ao contrário de hoje.
Mas o tempo faz com que as pessoas se esqueçam que eu existo. Se não for eu a convidar ninguém me convida para nada. Na minha visão de amizade tem de haver as duas faces da moeda, senão não vejo a lógica da amizade.
Sim, eu sei que o tempo muda as pessoas e as nossas prioridades também. E muitas das vezes deixamos levar pelo tempo esquecemo-nos dos amigos, muitas das vezes nem queremos que isso aconteça, mas facto é que acontece. Somos levados pelo pensamento de que os amigos estão sempre lá quando precisarmos deles. O que é certo é que este pensamento está completamente errado. A amizade tem de ser acarinhada e cultivada. E pequenos gestos como ligar de vez em quando mas quem diz ligar diz convidar para sair mandar uma sms para saber como esta o nosso amigo. São estes pormenores que podem fazer uma diferença enorme, por isso é que eu digo que os pormenores é que fazem as grandes amizades. Se não nos lembramos dos nossos amigos, no dia que precisarmos deles pode calhar batermos a porta e não estar ninguém para nos ajudar. Se não lembramos dos nossos amigos, não sabemos quando ele pode precisar de nos. Se calhar neste momento ele esta a precisar de ajuda e não estamos lá para ajudar.
Eu não estou aqui a dizer que me lembro de todos os meus amigos, porque não me lembro, mas quero lutar contra isso por mais difícil que isso seja.
Já que amizade é uma das maiores preciosidades que tenho na minha vida e tenho reparado que estou a perder os meus melhores amigos por entre os dedos.
No entanto descobri que existem vários tipos de amigos. Existem os melhores amigos que estão sempre presentes em tudo ou por outro lado se não poderem estar presentes querem sempre saber tudo. Depois existem conhecidos/amigos são aqueles que só dizemos o tradicional “Bom dia” ou algo do género e nada mais. Ainda há os amigos ausentes, são aqueles que deixaram a terra e foram estudar ou viver para longe e lá mandam notícias de vez em quando. Se não mandarem lá estamos nos a mandar uma sms a perguntar como estão. E por outro também existem outro tipo de amigos ausentes, são aqueles que vivem na mesma cidade e muitas vezes na mesma rua, mas nunca se lembram dos amigos e depois dizem que são distraídos (desculpas, mas pronto). Se não te lembras dos amigos quando estas a meia dúzia de metro não é quando tiveres a km de distancia que te vais lembrar. Também existem um tipo de amigos curioso que são aqueles amigos em com o tempo deixaram de ser amigos e passaram a ser apenas conhecidos, mas na qual não podemos deixar de chamar de amigos pelo simples motivo que tivemos muitos momentos bons juntos poderei dizer memoráveis até e por esse motivo não posso deixar de chamar de amigos. A estes amigos eu chamo de amigos old school.
E por último existem aqueles “amigos” que eu não gosto mesmo nada. São os “amigos” que de um momento para o outro deixaram de falar com os amigos, sem motivo aparente. A estes amigos eu chamo de os ignorantes.
A maior volta que a minha vida deu foi no ano de 2002, onde tudo mudou mesmo. Tive pela primeira vez ao que eu chamo um grupo de amigos, ate então tinha vários amigos e nunca um grupo de amigos. Hoje preciso de um grupo de amigo, coisa que não tenho é que faz-me falta. Inicialmente tinha noção que os grupos de amigos eram para sempre, até que a vida me ensinou que nada nesta vida é para sempre. Hoje sou apologista que os grupos acabam, mas as amizades não.
Desde 2002 que habituei-me a ter muita gente a minha volta, eu nunca parava, o telemóvel estava sempre a tocar o pessoal a convidar para ali ou acolá, ao contrário de hoje.
Mas o tempo faz com que as pessoas se esqueçam que eu existo. Se não for eu a convidar ninguém me convida para nada. Na minha visão de amizade tem de haver as duas faces da moeda, senão não vejo a lógica da amizade.
Sim, eu sei que o tempo muda as pessoas e as nossas prioridades também. E muitas das vezes deixamos levar pelo tempo esquecemo-nos dos amigos, muitas das vezes nem queremos que isso aconteça, mas facto é que acontece. Somos levados pelo pensamento de que os amigos estão sempre lá quando precisarmos deles. O que é certo é que este pensamento está completamente errado. A amizade tem de ser acarinhada e cultivada. E pequenos gestos como ligar de vez em quando mas quem diz ligar diz convidar para sair mandar uma sms para saber como esta o nosso amigo. São estes pormenores que podem fazer uma diferença enorme, por isso é que eu digo que os pormenores é que fazem as grandes amizades. Se não nos lembramos dos nossos amigos, no dia que precisarmos deles pode calhar batermos a porta e não estar ninguém para nos ajudar. Se não lembramos dos nossos amigos, não sabemos quando ele pode precisar de nos. Se calhar neste momento ele esta a precisar de ajuda e não estamos lá para ajudar.
Eu não estou aqui a dizer que me lembro de todos os meus amigos, porque não me lembro, mas quero lutar contra isso por mais difícil que isso seja.
Já que amizade é uma das maiores preciosidades que tenho na minha vida e tenho reparado que estou a perder os meus melhores amigos por entre os dedos.
No entanto descobri que existem vários tipos de amigos. Existem os melhores amigos que estão sempre presentes em tudo ou por outro lado se não poderem estar presentes querem sempre saber tudo. Depois existem conhecidos/amigos são aqueles que só dizemos o tradicional “Bom dia” ou algo do género e nada mais. Ainda há os amigos ausentes, são aqueles que deixaram a terra e foram estudar ou viver para longe e lá mandam notícias de vez em quando. Se não mandarem lá estamos nos a mandar uma sms a perguntar como estão. E por outro também existem outro tipo de amigos ausentes, são aqueles que vivem na mesma cidade e muitas vezes na mesma rua, mas nunca se lembram dos amigos e depois dizem que são distraídos (desculpas, mas pronto). Se não te lembras dos amigos quando estas a meia dúzia de metro não é quando tiveres a km de distancia que te vais lembrar. Também existem um tipo de amigos curioso que são aqueles amigos em com o tempo deixaram de ser amigos e passaram a ser apenas conhecidos, mas na qual não podemos deixar de chamar de amigos pelo simples motivo que tivemos muitos momentos bons juntos poderei dizer memoráveis até e por esse motivo não posso deixar de chamar de amigos. A estes amigos eu chamo de amigos old school.
E por último existem aqueles “amigos” que eu não gosto mesmo nada. São os “amigos” que de um momento para o outro deixaram de falar com os amigos, sem motivo aparente. A estes amigos eu chamo de os ignorantes.
Gostei imenso (:
ResponderEliminarO que podemos esperar mais? As pessoas são ligações de felicidades assim como desilusões... e assim somos consumidos por elas.
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