quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Sofrimento Incompreendido


O meu corpo está possuído pelo formigueiro do nervosismo.
E a minha alma ferida das balas que foram encravadas em tempos atrás e do sofrimento da incompreensão. Pelas estradas secundárias por onde ando escondo-me na sombra do que me faz sofrer dia após dia. Sou fraco por não suportar que a mulher que amo não me ame. Sou fraco por amar tão intensamente. E as lágrimas que saem dos meus olhos e escorregam pelo meu rosto podre e abatido. A cair aos pedaços que foram destruídos pelo amor que sinto. Estou cada dia mais no fundo de um poço e em vez de me ajudarem empurram ainda mais para baixo. Este amor é a única coisa que me mantém em cima da terra. Já que estou na cidade que amo desde o primeiro dia, mas no entanto só.

3 comentários:

  1. Uoou, grande texto! :D

    p.s - Adoro a música! *-*

    Beijinho.
    Rita f.

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  2. "Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. (...) eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há. (...) já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração? (...)A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.(...)"

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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