O cheiro das pinhas a queimar, lembram-me de ti Avó.
Este cheiro da lareira acesa onde fazias as torradinhas que eu tanto gostava, ninguem era capaz de fazer umas iguais. Nos dias de frio quando ia para escola para eu não calcar as meias frias, ligavas o fogão e aquecia-as porque para frio já bastava o que estava lá fora.
Partiste! Foste uma avó única e excepcional.
Mas a tua partida é só fisicamente porque para mim continuas a estar aqui a meu lado como sempre tiveste.
A morte é a única coisa na qual não podemos fugir, mas mesmo assim custa.
Adoro te Avó, provavelmente foste para um sitio melhor onde não vais sofrer mais.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Sofrimento Incompreendido
O meu corpo está possuído pelo formigueiro do nervosismo.
E a minha alma ferida das balas que foram encravadas em tempos atrás e do sofrimento da incompreensão. Pelas estradas secundárias por onde ando escondo-me na sombra do que me faz sofrer dia após dia. Sou fraco por não suportar que a mulher que amo não me ame. Sou fraco por amar tão intensamente. E as lágrimas que saem dos meus olhos e escorregam pelo meu rosto podre e abatido. A cair aos pedaços que foram destruídos pelo amor que sinto. Estou cada dia mais no fundo de um poço e em vez de me ajudarem empurram ainda mais para baixo. Este amor é a única coisa que me mantém em cima da terra. Já que estou na cidade que amo desde o primeiro dia, mas no entanto só.
E a minha alma ferida das balas que foram encravadas em tempos atrás e do sofrimento da incompreensão. Pelas estradas secundárias por onde ando escondo-me na sombra do que me faz sofrer dia após dia. Sou fraco por não suportar que a mulher que amo não me ame. Sou fraco por amar tão intensamente. E as lágrimas que saem dos meus olhos e escorregam pelo meu rosto podre e abatido. A cair aos pedaços que foram destruídos pelo amor que sinto. Estou cada dia mais no fundo de um poço e em vez de me ajudarem empurram ainda mais para baixo. Este amor é a única coisa que me mantém em cima da terra. Já que estou na cidade que amo desde o primeiro dia, mas no entanto só.
Frase da Best friend
"O mais difícil não é morrer por um amigo. O mais difícil é ter um amigo por quem valha a pena morrer. Tu és um."
by best friend
by best friend
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Adeus… Até sempre!

Foi-se um génio!
Que jamais haverá igual.
Esteve em Caxias,
censurada a sua liberdade.
Compunha as suas musicas,
sem guitarra.
Diziam que estava louco.
Foi libertado em Abril
Abril de Liberdade.
Ele era o nosso mestre
e a guitarra o seu segundo corpo.
Hoje…
Foi o fim dos movimentos perpétuos.
Adeus… Até Sempre!
Carlos!
Agosto ‘04
Que jamais haverá igual.
Esteve em Caxias,
censurada a sua liberdade.
Compunha as suas musicas,
sem guitarra.
Diziam que estava louco.
Foi libertado em Abril
Abril de Liberdade.
Ele era o nosso mestre
e a guitarra o seu segundo corpo.
Hoje…
Foi o fim dos movimentos perpétuos.
Adeus… Até Sempre!
Carlos!
Agosto ‘04
domingo, 19 de setembro de 2010
Partir...

Nunca gostei da palavra Partir, principalmente quando os que partiam eram os outros. Já vi muita gente a partir, mas acho que nunca me custou tanto velos ir para longe de mim, como desta vez. De Évora a Portalegre ate a grande invicta passando pelo Estoril sem esquecer as Caldas e Leiria e até chegar ao Porto ainda existe uma passagem mais do que obrigatória na cidade dos estudantes Coimbra, ta claro. Mas até chegar lá acima ainda temos de passar pela cidade dos ovos-moles, Aveiro pois claro, depois chegamos a invicta aquela grande nação chamado Porto. Foi para estas cidades que eles vão partir hoje ou amanha, sem esquecer do pessoal que ainda esta a espera de entrar na segunda fase. Estou triste em velos partir, só de me lembrar dos momentos que tive com cada um deles ate me vem as lágrimas aos olhos. Só de me lembrar de que já não os vou ter aqui a meu lado a todas as horas, mas sei que vou estar sempre nos corações deles todos e eles no meu. Mas o que me anima é que se as coisas continuarem a correr bem como estão a correr até agora para ano também eu vou partir...
sábado, 18 de setembro de 2010
Amigos

A vida da muitas voltas, eu que o diga.
A maior volta que a minha vida deu foi no ano de 2002, onde tudo mudou mesmo. Tive pela primeira vez ao que eu chamo um grupo de amigos, ate então tinha vários amigos e nunca um grupo de amigos. Hoje preciso de um grupo de amigo, coisa que não tenho é que faz-me falta. Inicialmente tinha noção que os grupos de amigos eram para sempre, até que a vida me ensinou que nada nesta vida é para sempre. Hoje sou apologista que os grupos acabam, mas as amizades não.
Desde 2002 que habituei-me a ter muita gente a minha volta, eu nunca parava, o telemóvel estava sempre a tocar o pessoal a convidar para ali ou acolá, ao contrário de hoje.
Mas o tempo faz com que as pessoas se esqueçam que eu existo. Se não for eu a convidar ninguém me convida para nada. Na minha visão de amizade tem de haver as duas faces da moeda, senão não vejo a lógica da amizade.
Sim, eu sei que o tempo muda as pessoas e as nossas prioridades também. E muitas das vezes deixamos levar pelo tempo esquecemo-nos dos amigos, muitas das vezes nem queremos que isso aconteça, mas facto é que acontece. Somos levados pelo pensamento de que os amigos estão sempre lá quando precisarmos deles. O que é certo é que este pensamento está completamente errado. A amizade tem de ser acarinhada e cultivada. E pequenos gestos como ligar de vez em quando mas quem diz ligar diz convidar para sair mandar uma sms para saber como esta o nosso amigo. São estes pormenores que podem fazer uma diferença enorme, por isso é que eu digo que os pormenores é que fazem as grandes amizades. Se não nos lembramos dos nossos amigos, no dia que precisarmos deles pode calhar batermos a porta e não estar ninguém para nos ajudar. Se não lembramos dos nossos amigos, não sabemos quando ele pode precisar de nos. Se calhar neste momento ele esta a precisar de ajuda e não estamos lá para ajudar.
Eu não estou aqui a dizer que me lembro de todos os meus amigos, porque não me lembro, mas quero lutar contra isso por mais difícil que isso seja.
Já que amizade é uma das maiores preciosidades que tenho na minha vida e tenho reparado que estou a perder os meus melhores amigos por entre os dedos.
No entanto descobri que existem vários tipos de amigos. Existem os melhores amigos que estão sempre presentes em tudo ou por outro lado se não poderem estar presentes querem sempre saber tudo. Depois existem conhecidos/amigos são aqueles que só dizemos o tradicional “Bom dia” ou algo do género e nada mais. Ainda há os amigos ausentes, são aqueles que deixaram a terra e foram estudar ou viver para longe e lá mandam notícias de vez em quando. Se não mandarem lá estamos nos a mandar uma sms a perguntar como estão. E por outro também existem outro tipo de amigos ausentes, são aqueles que vivem na mesma cidade e muitas vezes na mesma rua, mas nunca se lembram dos amigos e depois dizem que são distraídos (desculpas, mas pronto). Se não te lembras dos amigos quando estas a meia dúzia de metro não é quando tiveres a km de distancia que te vais lembrar. Também existem um tipo de amigos curioso que são aqueles amigos em com o tempo deixaram de ser amigos e passaram a ser apenas conhecidos, mas na qual não podemos deixar de chamar de amigos pelo simples motivo que tivemos muitos momentos bons juntos poderei dizer memoráveis até e por esse motivo não posso deixar de chamar de amigos. A estes amigos eu chamo de amigos old school.
E por último existem aqueles “amigos” que eu não gosto mesmo nada. São os “amigos” que de um momento para o outro deixaram de falar com os amigos, sem motivo aparente. A estes amigos eu chamo de os ignorantes.
A maior volta que a minha vida deu foi no ano de 2002, onde tudo mudou mesmo. Tive pela primeira vez ao que eu chamo um grupo de amigos, ate então tinha vários amigos e nunca um grupo de amigos. Hoje preciso de um grupo de amigo, coisa que não tenho é que faz-me falta. Inicialmente tinha noção que os grupos de amigos eram para sempre, até que a vida me ensinou que nada nesta vida é para sempre. Hoje sou apologista que os grupos acabam, mas as amizades não.
Desde 2002 que habituei-me a ter muita gente a minha volta, eu nunca parava, o telemóvel estava sempre a tocar o pessoal a convidar para ali ou acolá, ao contrário de hoje.
Mas o tempo faz com que as pessoas se esqueçam que eu existo. Se não for eu a convidar ninguém me convida para nada. Na minha visão de amizade tem de haver as duas faces da moeda, senão não vejo a lógica da amizade.
Sim, eu sei que o tempo muda as pessoas e as nossas prioridades também. E muitas das vezes deixamos levar pelo tempo esquecemo-nos dos amigos, muitas das vezes nem queremos que isso aconteça, mas facto é que acontece. Somos levados pelo pensamento de que os amigos estão sempre lá quando precisarmos deles. O que é certo é que este pensamento está completamente errado. A amizade tem de ser acarinhada e cultivada. E pequenos gestos como ligar de vez em quando mas quem diz ligar diz convidar para sair mandar uma sms para saber como esta o nosso amigo. São estes pormenores que podem fazer uma diferença enorme, por isso é que eu digo que os pormenores é que fazem as grandes amizades. Se não nos lembramos dos nossos amigos, no dia que precisarmos deles pode calhar batermos a porta e não estar ninguém para nos ajudar. Se não lembramos dos nossos amigos, não sabemos quando ele pode precisar de nos. Se calhar neste momento ele esta a precisar de ajuda e não estamos lá para ajudar.
Eu não estou aqui a dizer que me lembro de todos os meus amigos, porque não me lembro, mas quero lutar contra isso por mais difícil que isso seja.
Já que amizade é uma das maiores preciosidades que tenho na minha vida e tenho reparado que estou a perder os meus melhores amigos por entre os dedos.
No entanto descobri que existem vários tipos de amigos. Existem os melhores amigos que estão sempre presentes em tudo ou por outro lado se não poderem estar presentes querem sempre saber tudo. Depois existem conhecidos/amigos são aqueles que só dizemos o tradicional “Bom dia” ou algo do género e nada mais. Ainda há os amigos ausentes, são aqueles que deixaram a terra e foram estudar ou viver para longe e lá mandam notícias de vez em quando. Se não mandarem lá estamos nos a mandar uma sms a perguntar como estão. E por outro também existem outro tipo de amigos ausentes, são aqueles que vivem na mesma cidade e muitas vezes na mesma rua, mas nunca se lembram dos amigos e depois dizem que são distraídos (desculpas, mas pronto). Se não te lembras dos amigos quando estas a meia dúzia de metro não é quando tiveres a km de distancia que te vais lembrar. Também existem um tipo de amigos curioso que são aqueles amigos em com o tempo deixaram de ser amigos e passaram a ser apenas conhecidos, mas na qual não podemos deixar de chamar de amigos pelo simples motivo que tivemos muitos momentos bons juntos poderei dizer memoráveis até e por esse motivo não posso deixar de chamar de amigos. A estes amigos eu chamo de amigos old school.
E por último existem aqueles “amigos” que eu não gosto mesmo nada. São os “amigos” que de um momento para o outro deixaram de falar com os amigos, sem motivo aparente. A estes amigos eu chamo de os ignorantes.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Terra do Coração
Nasci nos teus braços
Ensinaste-me amar-te incondicionalmente
Não estar contigo
é um bocado que me falta
dentro de mim.
Nas águas que em ti passam
foi quase o meu fim…
Ensinaste-me a refugiar-me em ti.
E do ponto mais alto
em que te vejo a meus pés.
Aprendi admirar-te,
hoje amo-te para sempre.
Sei que nunca me vais deixar
terra do coração.
E feliz morrerei nos teus braços.
domingo, 8 de agosto de 2010
Tenho Saudades tuas.

Tenho saudades das nossas noites de verão, todos em grupo, aquele grupo pequenino que tinha-mos. A base do grupo, eram dois rapazes e três raparigas, mas por vezes aumentava com mais duas meninas. Ele era o bacano nadador o outro era eu. Elas eram a amiga inigualável, a menina que eu não gostava (mas com o tempo comecei a gostar) e depois tu a minha menina realista. Passamos tão bons tempos juntos, saímos todas as noites, um baralho de cartas fazia diversão todos os dias. Eu raramente ganhava, era na maioria das vezes o vice olho, ate que ganhei o jeito. Amiga inigualável sempre foi e continua a ser muito importante na minha vida, tu foste sempre aquela menina que eu tinha e tenho um carinho tão grande. Aquele grupo de amigos que eu tinha tanto orgulho, acabou exactamente quando a menina que eu não gostava decidiu dar um rumo diferente e deixar-nos. E o tempo passa, as pessoas mudam e as nossas prioridades também. No meio desta historia toda mudamos todos um pouco. Deixamos de estar tão presentes na vida um do outro, e esta situação não me agrada mesmo nada. Dantes não me gradava muito, mas depois pensava isto é uma fase depois volta ao que era. O facto é que já passou tanto tempo e a nossa amizade esta desfalecer dia para dia. Hoje quase nunca estamos juntos, e quando estamos das duas uma ou encontrei te na rua ou estamos numa party de algum amigo em comum. Vou fazer tudo para mudar o rumo desta situação vou lutar pela nossa amizade. Se fosse dantes, eu simplesmente deixava andar, mas eu não quero perder a nossa amizade por isso vou lutar por ela. Faz-me tanta falta. Sempre fui apologista que os grupos acabam, mas amizades não. Tenho tantas saudades de estar contigo, de ir a correr para te levar a casa porque esta quase na hora, tenho saudades daquele jogo estúpido que só me fazia correr para trás e para frente, mas acima de tudo tenho saudades de ti amiga realista.
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